segunda-feira, 6 de junho de 2011

I Ciclo de Palestras Ergon Ast- Assessoria em Saúde e Segurança do Trabalho


Superintendente da ASCETB -  Sr. Claudenir Machado

Técnico em Segurança do Trabalho da Sec. Mun. de Meio Ambiente - Sérgio Arás - Tema - O papel do Técnico em Segurança e Meio Ambiente

Turma de Segurança do Trabalho de Candeias


Naiade e Clode




Administradora, MBA em Auditoria e Gestão Ambiental, Mestranda em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social - Ellianjôse Junqueira Ayres - Tema- Sistemas Integrados de Gestão ( SGI)



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Notícias da semana:

Internet


3/5/2011

Acidentes no trabalho matam 6.300 pessoas por dia

Fonte: R7

Os acidentes de trabalho causam a morte de 6.300 pessoas por dia em todo o mundo, segundo dados recentes divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O relatório da OIT afirma que é "importantíssima" a implantação de programas para prevenir acidentes no trabalho, doenças e mortes. As medidas devem ser adotadas tanto pelo poder público quanto pelas empresas, afirma a agência, que é vinculada à ONU (Organização das Nações Unidas).

Anualmente, 337 milhões de acidentes de trabalho acontecem em todo o globo. Destes, 2,3 milhões resultam em mortes ao longo dos 365 dias do ano.

Causas de acidentes

Algumas das  principais causas de acidentes de trabalho são cobranças incessantes e pressão exercida por chefes. Disso surge o estresse que leva a desatenção do profissional e possíveis deslizes que podem acabar até em morte.

No Brasil, os problemas causados pelo estresse no emprego afetam 4% dos trabalhadores, ou 1,3 milhão de pessoas.

Todos os afetados receberam auxílio-doença e se afastaram do ambiente profissional em 2008, segundo dados da pesquisadora Anadergh Barbosa Branco, professora de medicina do trabalho da UnB (Universidade de Brasília).

O estudo também mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores. Entre os principais motivos, além dos problemas mentais decorrentes do estresse, está a esquizofrenia.

Para Anadergh, a falta de um exame preciso que comprove distúrbios psicológicos faz com que os funcionários não saibam lidar com o estresse, assim como a maioria das empresas.

O número de funcionários afastados é preocupante e mostra a sociedade como "criadora de uma legião de incapacitados", afirma Anadergh.

"As doenças da mente representam cada vez mais um fator importante [de afastamento no trabalho], com maior curso e duração, e estão crescendo em quantidade. Há um custo social alto para o governo e para a sociedade. É preciso acordar para isso".

Saiba como prevenir

Um bom ambiente de trabalho pode evitar acidentes e diminuir a carga de estresse sobre o funcionário, já que ali mesmo, na empresa, pequenas insatisfações podem gerar doenças.

Gritos de chefes, competição e inveja entre colegas, metas a serem alcançadas, prazos a serem cumpridos, tudo pode agravar o quadro. Trabalhar com limites e ter perspectiva de crescimento são formas de amenizar o estresse da rotina no emprego.

Caso necessite de tempo, negociar um adiantamento das férias para descansar pode evitar um prejuízo maior para o trabalhador, afirma Anadergh.


Internet


3/04/2011

Acordo da construção civil aumenta salário de 380 mil

Será de 9,75% o reajuste salarial dos 380 mil trabalhadores na indústria
da construção civil de São Paulo. A data-base é 1º de maio. E mais trabalhadores deverão ser contemplados, nos próximos dias, com a extensão do acordo firmado
na tarde desta segunda (2) entre o Sindicato da categoria (Sintracon-SP)
e o Sinduscon-SP (patronal).

Descontada a inflação, o aumento real, segundo o sindicalista Antonio de Souza Ramalho, deve bater nos 3,5%. O Piso salarial da categoria foi aumentado, chegando a R$ 1.086,00. Foi criado também um novo Piso, para o setor de montagem industrial. O valor é de R$ 1.328,80.

Outros ganhos - Em vez de cesta básica, antes valendo R$ 100,00, os peões receberão cartão magnético com capacidade de compra de até R$ 140,00. O tíquete-refeição chega a R$ 13,80, aumentando 10,4%. O acordo coletivo firmado melhorou o seguro de vida.

O valor da apólice, para caso de morte, sobe 16,67%, passando de R$ 30.000,00 para R$ 35.000,00.

Houve avanços, ainda, nos itens referentes a café da manhã e lanche da tarde.
Mais informações: www.sintraconsp.org.br


Internet


3/5/2011

Assédio moral pode gerar acidente de trabalho

Trabalhadores que sofrem pressão, intimidação ou humilhação no ambiente de trabalho podem estar expostos ao assédio moral. Em resposta à prática constante de perseguição dos patrões, será comemorado no dia 2 de maio o Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral. Nos casos mais graves, a Previdência Social reconhece os danos psicológicos e emocionais sofridos pelo trabalhador como acidente de trabalho. Por isso, tramita na Câmara o Projeto de Lei nº 7.202/2010, que inclui o assédio moral entre os tipos de acidentes de trabalho.

O advogado trabalhista Alexandre Lindoso explica que o assédio moral é praticado de forma constante na maioria das vezes pelo patrão ou superior hierárquico da vítima. O objetivo é provocar a desestabilização emocional do trabalhador por meio de condutas abusivas que podem envolver desde ameaças veladas e a utilização de comunicação não verbal como suspiros, erguer os ombros, ignorar o trabalhador, ou trocar olhares de desprezo.

O assédio também pode se dar pela violência verbal ou mesmo física como gritos, xingamentos, piadas chulas e até mesmo ofensas de natureza sexual.  Esvaziar as atividades do profissional, impor metas impossíveis de serem atingidas ou tarefas degradantes ou abaixo da qualificação do trabalhador também configuram algumas das formas de assédio no trabalho.

"Um ato isolado não pode ser rotulado de assédio moral, embora se exija uma conduta repetida por parte do assediador não há um período de tempo mínimo para que se configure o assédio. Os casos são examinados separadamente", diz.

Segundo Alexandre, a agressão dentro do ambiente de trabalho pode ocorrer por parte de qualquer empregado. Ela pode ser praticada tanto de maneira vertical, por um colega de trabalho de hierarquia superior ou inferior ao da vítima, como de forma horizontal, por alguém da mesma hierarquia do assediado.

"O assédio moral pode ainda ser misto, quando envolve relações hierárquicas verticais e horizontais simultâneas", diz.  "E em qualquer caso é o empregador quem deverá responder perante o Judiciário pela agressão", alerta.

Falar mal do trabalhador mesmo fora do ambiente de trabalho para terceiros também configura assédio moral. Entre as condutas que caracterizam a agressão nesses casos destacam-se rumores depreciadores espalhados com a intenção de diminuir a reputação profissional do trabalhador.

A psicóloga Ellen Dejanni explica que este tipo de violência afeta não só a saúde física e mental do trabalhador, como também as relações afetivas e sociais da vítima.  Dentre os inúmeros casos que Ellen recebe em seu consultório, a especialista destaca o caso de uma funcionária de Call Center que sofria assédio por não conseguir atingir determinadas metas da empresa e, por isso, era obrigada a cumprir tarefas desnecessárias como forma de exemplo de punição aos demais funcionários.

"Essa paciente fez uma terapia intensa e sofrida com uma forte interferência no seu biopsicossocial", conta. "O assédio moral pode inibir a motivação e reduzir a produtividade do funcionário, propiciando o adoecimento psíquico e gerar inúmeras sequelas fisicas e emocionais como crises recorrente de choro , medo, absenteismo, ansiedade, alteração de humor, sentimento de inferioridade, esquiva, agressividade ou isolamento", diz.

Acidente de trabalho

Nos casos mais graves, o assediado chega a desenvolver síndrome do pânico gerado por momentos de estresse elevado ou o convívio diário com situações difíceis ou de constante punição, de acordo com a especialista.

O advogado ressalta que quando o trabalhador, no exercício de suas atividades, sofre um dano em que perde a capacidade de realizar o trabalho, seja de forma temporária ou permanente, fica configurado o acidente de trabalho. "A legislação também considera acidente de trabalho as chamadas doenças do trabalho, que são aquelas adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Se do assédio moral o trabalhador adquirir doenças como a depressão, estará configurado o acidente", alerta.

O trabalhador ofendido terá direito a indenização tanto por dano moral quanto por dano material. A vítima também poderá exigir na Justiça o rompimento da relação de emprego por justa causa praticada pelo empregador, por meio da rescisão indireta do contrato de trabalho.

Para ingressar na Justiça, a vítima deve procurar apoio jurídico ou do sindicato da categoria para reclamar direitos como o ressarcimento com os gastos com tratamento e compra de remédios e também reparo do dano moral decorrente do sofrimento a que o trabalhador foi submetido.

Para Ellen, as empresas devem propiciar e garantir um ambiente de trabalho saudável e harmonioso para que o trabalhador tenha sua integridade física e emocional protegidas, além de mais qualidade de vida e disposição para exercer suas funções.

"Deve haver um trabalho de conscientização no quadro de funcionários para inibir situações dessa ordem com o apoio de equipe interna como os Recursos Humanos ativo ou a empresa passar por consultoria ou uma pesquisa de clima organizacional. Ainda não descarto que deve haver um apoio psicológico para amenizar efeitos prejudiciais à saúde do funcionário ou até mesmo do adoecimento da empresa pela alta rotatividade de funcionários", avalia.


Internet


28/4/2011

Pedreiro morre soterrado após deslizamento de terra em MG

Fonte: G1 MG

Um pedreiro morreu e outro ficou ferido por causa de um desmoronamento em uma obra, em Ipatinga, em Minas Gerais, no dia 27 de abril. De acordo com o Corpo de Bombeiros, eles trabalhavam na construção de um muro de arrimo quando a terra cedeu.

Ainda segundo os bombeiros, o homem ficou soterrado por aproximadamente 30 minutos. Depois do resgate, os bombeiros tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu.

O outro homem que trabalhava na obra e também foi soterrado conseguiu sair sozinho. Ele foi levado para um hospital da cidade e não corre risco de morrer, de acordo com os bombeiros.






terça-feira, 5 de abril de 2011

Oração do Técnico de Segurança do Trabalho

Oração do Técnico de Segurança do Trabalho

Senhor, quero te agradecer pela oportunidade de poder ajudar as pessoas através do meu trabalho. Faça de mim um instrumento de promoção da vida dos trabalhadores. Que os trabalhadores possam retornar às suas famílias no final do dia com saúde e integridade física preservada. Peço que me ilumine na orientação das pessoas que resistem a cuidar de suas próprias vidas e que todos os trabalhadores abram seus corações para escutar e assumir minhas orientações e estas sejam sempre corretas e abençoadas. Dai-me humildade para entender as resistências, dai-me perseverança para não desistir às dificuldades, dai-me palavras sábias, para que penetrem nos corações daqueles que ignoram a segurança do Trabalho.Dai-me sabedoria para analisar os acidentes, quando eles ocorrerem, e que minha mente e meu coração conduzam minhas atitudes para melhorar o processo, e não somente para buscar culpados.Dai força aos acidentados, para que eles tenham uma recuperação rápida e abençoada. Daí força às famílias dos acidentados para superarem as perdas indesejáveis. E por fim Senhor ajude-me para que com tua força e bênçãos posso ser um exemplo de Saúde e Segurança no desempenho das atividades profissionais.

Links de Legislações pertinentes a ST

.:: PASSO ::. PROGRAMAS, ASSESSORIA, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

NR 34- Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval.

 PORTARIA N.º 200 DE 20 DE JANEIRO DE 2011
(D.O.U. de 21/01/2011 – Seção 1 – págs. 92 a 97)

Aprova a Norma Regulamentadora n.º 34 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mesmo nas férias não vamos esquecer a SEGURANÇA!!!!!

 

Ao Viajar de Carro

Antes de viajar verifique faróis, luzes, pneus, estepe, freios, suspensão, combustível, óleo, documentos e limpadores de pára-brisas;
Lugar de criança é no banco traseiro;
Use sempre o cinto de segurança.

Cuidados com a Residência durante a Viagem

Não comente sua viagem perto de pessoas estranhas.
Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem.
Nas ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas (abrindo janelas, regando jardins, entrando com carro na garagem, etc.);
Suspenda a entrega de jornais e peça para um vizinho recolher a correspondência.
Não deixe jóias ou dinheiro dentro de casa, mesmo que seja em cofre. Utilize o cofre de bancos.
Não deixe luzes acesas, pois durante o dia significam ausência de pessoas.
No caso de residências com jardim na frente, contrate alguém para mantê-lo limpo, evitando o aspecto de abandono.
Só deixe a chave com pessoas de absoluta confiança.
Evite colocar cadeados do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores.
Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem usá-la apenas para verificar se você está em casa.
Feche as portas e janelas com trincos e trancas.
Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

Nas Estradas

Dirija com segurança, respeitando a sinalização, o policiamento e os outros motoristas.
Deixe o acostamento sempre livre para os veículos salva-vidas: Ambulâncias, Bombeiros e Polícia Rodoviária.
Nunca faça ultrapassagens pela direita ou pelo acostamento.
No caso de algum problema mecânico ou elétrico, pneu furado ou acidente, procure remover o veículo da pista e acenda o pisca-alerta.
Dirija com maior cuidado na chuva e na neblina; nesses casos, acenda os faróis baixos.
Mantenha distância do veículo que vai à sua frente.
Jamais ande com o pisca-alerta ligado.
Respeite os limites de velocidade.

Nas Praias

Obedeça à sinalização dos locais perigosos.
Entre no mar com cuidado e não vá muito para o fundo; a profundidade máxima deve ser quando a água atinge o nível do umbigo.
Mantenha as crianças sempre por perto e sob sua vista.
Permaneça longe das encostas e pedras.
Se for usar alguma embarcação, coloque sempre o colete salva-vidas.
Nunca entre na água depois de comer ou beber em demasia.
Não fique muito tempo debaixo do sol, isso pode prejudicar sua pele e sua saúde.
Se você perceber alguém com dificuldade na água, mantenha a calma e chame imediatamente um Bombeiro Guarda-Vidas.
Deixe os objetos de valor em lugar realmente seguro.
Procure manter as praias sempre limpas.

No Campo

Evite fazer fogueiras.
Recolha sempre o lixo e jogue-o em lugar apropriado.
Lembre-se que o leito dos rios e lagos não é local para jogar detritos.
Não corte árvores e não destrua as plantas.
Conserve a natureza sempre viva.

No Hotel

Guarde todos seus valores no cofre forte do hotel, inclusive passaporte e passagens de volta;
Não abra a porta de seu apartamento sem identificar com segurança o visitante. Mantenha-a permanentemente trancada;
Não atenda funcionários do hotel que queiram oferecer serviços não solicitados. Comunique à Gerência;
Não troque dinheiro com carregadores, agenciadores ou desconhecidos que o abordarem em aeroportos e estações rodoviárias ou ferroviárias. Procure casas de câmbio ou Bancos autorizados;
Utilize somente os serviços de táxi cujos motoristas tenham identificação pessoal à vista. Não use táxi que esteja fora do ponto oficial;

Outras Dicas

Não ande sozinho em becos, vielas e locais desertos;
Acautele-se contra pessoas desconhecidas que o abordarem em casas de diversão;
Em restaurantes abertos não pendure bolsas, máquinas fotográficas ou câmeras de vídeo nas cadeiras e nem as coloque no chão;
Não revele seus dados pessoais a pessoas desconhecidas, ainda que sejam eventuais companheiras de viagem;
Quando usar cartão de crédito, não o perca de vista. Exija que seja utilizado na sua presença e confira com segurança o comprovante do vendedor;
Evite carregar consigo passaporte e cheques de viagem. Em caso de extravio, furto ou roubo, comunique imediatamente à Polícia local;
Evite ostentar jóias caras e não exiba grandes quantidades de dinheiro;
Durante os traslados, vigie de perto e ininterruptamente sua bagagem.
Use etiquetas grandes e coloridas que permitam a fácil identificação de suas malas nas esteiras ou balcões de entrega.

Votos natalinos

Aos nossos amigos, parceiros e colaboradores desejamos um Feliz Natal!!!


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Reunião discute transferência da responsabilidade da coleta de resíduos industriais do CIS


A primeira rodada de negociações foi realizada no início da tarde desta quarta-feira (15), durante reunião do prefeito Tarcízio Pimenta com o secretário estadual James Silva Santos Correa e dirigentes do Centro CIS e do CIFS.
15/12/2010
Acorda Cidade
O Governo Municipal e a Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia iniciaram às discussões para transferência da responsabilidade da coleta de resíduos industriais do Centro Industrial do Subaé (CIS) do Governo do Estado para a Prefeitura. A primeira rodada de negociações foi realizada no início da tarde desta quarta-feira (15), durante reunião do prefeito Tarcízio Pimenta com o secretário estadual James Silva Santos Correa e dirigentes do Centro Industrial do Subaé (CIS) e do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS).
Participaram, também, da reunião o presidente do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), André Regis Andrade; o chefe de Gabinete do prefeito, Milton Britto; o vereador Alcione Cedraz; o conselheiro do CIFS, João Baptista; o chefe de Gabinete da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração, Luiz Gonzaga de Souza; o deputado estadual José Neto e o diretor do Centro Industrial do Subaé (CIS), José Mercês.
Durante a reunião foi discutida também a manutenção da iluminação pública e das vias de acesso dos núcleos do Centro Industrial do Subaé no Tomba e ao longo da BR-324. Uma nova reunião será marcada para a próxima semana, quando deverão ser apresentados relatórios sobre a execução dos serviços.

História da Ergonomia.

O médico italiano Bernardino Ramazzini (1633-1714) foi o primeiro a escrever sobre doenças e lesões relacionadas ao trabalho, em sua publicação de 1700 "De Morbis Artificum" (Doenças ocupacionais). Ramazzini foi discriminado por seus colegas médicos por visitar os locais de trabalho de seus pacientes a fim de identificar as causas de seus problemas. O termo ergonomia, derivado das palavras gregas ergonnomos (lei natural) entraram para o léxico moderno quando Wojciech Jastrzębowski o usou em um artigo em 1857. (trabalho) e
No século XIX, Frederick Winslow Taylor lançou seu livro "Administração Científica", com uma abordagem que buscava a melhor maneira de executar um trabalho e suas tarefas. Mediante aumento e redução do tamanho e peso de uma pá de carvão, até que a melhor relação fosse alcançada, Taylor triplicou a quantidade de carvão que os trabalhadores podiam carregar num dia.
No início do anos 1900s, Frank Bunker Gilbreth e sua esposa Lilian expandiram os métodos de Taylor para desenvolver "Estudos de Tempos e Movimentos" o que ajudou a melhorar a eficiência, eliminando passos e ações desnecessárias. Ao aplicar tal abordagem, Gilbreth reduziu o número de movimentos no assentamento de tijolos de 18 para 4,5 permitindo que os operários aumentassem a taxa de 120 para 350 tijolos por hora.
A Segunda Guerra Mundial marcou o advento de máquinas e armas sofisticadas, criando demandas cognitivas jamais vistas antes por operadores de máquinas, em termos de tomada de decisão, atenção, análise situacional e coordenação entre mãos e olhos.
Foi observado que aeronaves em perfeito estado de funcionamento, conduzidas pelos melhores pilotos, ainda caíam. Em 1943, Alphonse Chapanis, um tenente no exército norte-americano, mostrou que o "erro do piloto" poderia ser muito reduzido quando controles mais lógicos e diferenciáveis substituíram os confusos projetos das cabines dos aviões.
Em 1949, K.F.H. Murrel, engenheiro inglês, começou a dar um conteúdo mais preciso a este termo, e fez o reconhecimento desta disciplina científica criando a primeira associação nacional de Ergonomia, a Ergonomic Research Society, que reunia fisiologistas, psicólogos e engenheiros que se interessavam pela adaptação do trabalho ao homem. E foi a partir daí que a Ergonomia se desenvolveu em outros países industrializados e em vias de desenvolvimento.
Nas décadas seguintes à guerra e até os dias atuais, a ergonomia continuou a desenvolver-se e a diversificar-se. A era espacial criou novos problemas de ergonomia tais como a ausência de gravidade e forças gravitacionais extremas. Até que ponto poderia este ambiente ser tolerado e que efeitos teria sobre a mente e o corpo? A era da informação chegou ao campo da interação homem-computador enquanto o crescimento da demanda e a competição entre bens de consumo e produtos eletrônicos resultou em mais empresas levando em conta fatores ergonômicos no projeto de produtos.
O termo Ergonomia foi adotado nos principais países europeus (a partir de 1950), onde se fundou em 1959Oxford, a Associação Internacional de Ergonomia (IEA – International Ergonomics Association), e foi em 1961 que esta associação realizou o seu primeiro congresso em Estocolmo, na Suécia [1]. Nos Estados Unidos foi criada a Human Factors Society em 1957, e até hoje o termo mais frequente naquele país continua a ser Human Factors & Ergonomics (Fatores Humanos e Ergonomia ) ou simplesmente Human Factors, embora Ergonomia tenha sido aceita como sinônimo desde a década de 80. Isto ocorreu porque no princípio a Ergonomia tratava apenas dos aspectos físicos da atividade de trabalho e alguns estudiosos cunharam o termo Fatores Humanos de forma a incorporar os aspectos organizacionais e cognitivos presentes nas atividades de trabalho humano. Além disso, existe um obstáculo profissional que envolve a questão, já que somente engenheiros podem ser "human factors engineers" (engenheiros de fatores humanos)esses profissionais temem perder mercado ao aceitar uma associação mais efetiva com ergonomistas, preferindo assim continuar associados à HFES (Human Factors and Ergonomics Society) mais diretamente relacionada à engenharia. em

O que é ergonomia?

A ergonomia, ou human factors (fatores humanos) ou human factors & ergonomics (fatores humanos e ergonomia), expressões pelas quais é conhecida nos Estados Unidos da América, é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema.
Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a fim de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.