quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mesmo nas férias não vamos esquecer a SEGURANÇA!!!!!

 

Ao Viajar de Carro

Antes de viajar verifique faróis, luzes, pneus, estepe, freios, suspensão, combustível, óleo, documentos e limpadores de pára-brisas;
Lugar de criança é no banco traseiro;
Use sempre o cinto de segurança.

Cuidados com a Residência durante a Viagem

Não comente sua viagem perto de pessoas estranhas.
Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem.
Nas ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas (abrindo janelas, regando jardins, entrando com carro na garagem, etc.);
Suspenda a entrega de jornais e peça para um vizinho recolher a correspondência.
Não deixe jóias ou dinheiro dentro de casa, mesmo que seja em cofre. Utilize o cofre de bancos.
Não deixe luzes acesas, pois durante o dia significam ausência de pessoas.
No caso de residências com jardim na frente, contrate alguém para mantê-lo limpo, evitando o aspecto de abandono.
Só deixe a chave com pessoas de absoluta confiança.
Evite colocar cadeados do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores.
Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem usá-la apenas para verificar se você está em casa.
Feche as portas e janelas com trincos e trancas.
Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

Nas Estradas

Dirija com segurança, respeitando a sinalização, o policiamento e os outros motoristas.
Deixe o acostamento sempre livre para os veículos salva-vidas: Ambulâncias, Bombeiros e Polícia Rodoviária.
Nunca faça ultrapassagens pela direita ou pelo acostamento.
No caso de algum problema mecânico ou elétrico, pneu furado ou acidente, procure remover o veículo da pista e acenda o pisca-alerta.
Dirija com maior cuidado na chuva e na neblina; nesses casos, acenda os faróis baixos.
Mantenha distância do veículo que vai à sua frente.
Jamais ande com o pisca-alerta ligado.
Respeite os limites de velocidade.

Nas Praias

Obedeça à sinalização dos locais perigosos.
Entre no mar com cuidado e não vá muito para o fundo; a profundidade máxima deve ser quando a água atinge o nível do umbigo.
Mantenha as crianças sempre por perto e sob sua vista.
Permaneça longe das encostas e pedras.
Se for usar alguma embarcação, coloque sempre o colete salva-vidas.
Nunca entre na água depois de comer ou beber em demasia.
Não fique muito tempo debaixo do sol, isso pode prejudicar sua pele e sua saúde.
Se você perceber alguém com dificuldade na água, mantenha a calma e chame imediatamente um Bombeiro Guarda-Vidas.
Deixe os objetos de valor em lugar realmente seguro.
Procure manter as praias sempre limpas.

No Campo

Evite fazer fogueiras.
Recolha sempre o lixo e jogue-o em lugar apropriado.
Lembre-se que o leito dos rios e lagos não é local para jogar detritos.
Não corte árvores e não destrua as plantas.
Conserve a natureza sempre viva.

No Hotel

Guarde todos seus valores no cofre forte do hotel, inclusive passaporte e passagens de volta;
Não abra a porta de seu apartamento sem identificar com segurança o visitante. Mantenha-a permanentemente trancada;
Não atenda funcionários do hotel que queiram oferecer serviços não solicitados. Comunique à Gerência;
Não troque dinheiro com carregadores, agenciadores ou desconhecidos que o abordarem em aeroportos e estações rodoviárias ou ferroviárias. Procure casas de câmbio ou Bancos autorizados;
Utilize somente os serviços de táxi cujos motoristas tenham identificação pessoal à vista. Não use táxi que esteja fora do ponto oficial;

Outras Dicas

Não ande sozinho em becos, vielas e locais desertos;
Acautele-se contra pessoas desconhecidas que o abordarem em casas de diversão;
Em restaurantes abertos não pendure bolsas, máquinas fotográficas ou câmeras de vídeo nas cadeiras e nem as coloque no chão;
Não revele seus dados pessoais a pessoas desconhecidas, ainda que sejam eventuais companheiras de viagem;
Quando usar cartão de crédito, não o perca de vista. Exija que seja utilizado na sua presença e confira com segurança o comprovante do vendedor;
Evite carregar consigo passaporte e cheques de viagem. Em caso de extravio, furto ou roubo, comunique imediatamente à Polícia local;
Evite ostentar jóias caras e não exiba grandes quantidades de dinheiro;
Durante os traslados, vigie de perto e ininterruptamente sua bagagem.
Use etiquetas grandes e coloridas que permitam a fácil identificação de suas malas nas esteiras ou balcões de entrega.

Votos natalinos

Aos nossos amigos, parceiros e colaboradores desejamos um Feliz Natal!!!


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Reunião discute transferência da responsabilidade da coleta de resíduos industriais do CIS


A primeira rodada de negociações foi realizada no início da tarde desta quarta-feira (15), durante reunião do prefeito Tarcízio Pimenta com o secretário estadual James Silva Santos Correa e dirigentes do Centro CIS e do CIFS.
15/12/2010
Acorda Cidade
O Governo Municipal e a Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia iniciaram às discussões para transferência da responsabilidade da coleta de resíduos industriais do Centro Industrial do Subaé (CIS) do Governo do Estado para a Prefeitura. A primeira rodada de negociações foi realizada no início da tarde desta quarta-feira (15), durante reunião do prefeito Tarcízio Pimenta com o secretário estadual James Silva Santos Correa e dirigentes do Centro Industrial do Subaé (CIS) e do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS).
Participaram, também, da reunião o presidente do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), André Regis Andrade; o chefe de Gabinete do prefeito, Milton Britto; o vereador Alcione Cedraz; o conselheiro do CIFS, João Baptista; o chefe de Gabinete da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração, Luiz Gonzaga de Souza; o deputado estadual José Neto e o diretor do Centro Industrial do Subaé (CIS), José Mercês.
Durante a reunião foi discutida também a manutenção da iluminação pública e das vias de acesso dos núcleos do Centro Industrial do Subaé no Tomba e ao longo da BR-324. Uma nova reunião será marcada para a próxima semana, quando deverão ser apresentados relatórios sobre a execução dos serviços.

História da Ergonomia.

O médico italiano Bernardino Ramazzini (1633-1714) foi o primeiro a escrever sobre doenças e lesões relacionadas ao trabalho, em sua publicação de 1700 "De Morbis Artificum" (Doenças ocupacionais). Ramazzini foi discriminado por seus colegas médicos por visitar os locais de trabalho de seus pacientes a fim de identificar as causas de seus problemas. O termo ergonomia, derivado das palavras gregas ergonnomos (lei natural) entraram para o léxico moderno quando Wojciech Jastrzębowski o usou em um artigo em 1857. (trabalho) e
No século XIX, Frederick Winslow Taylor lançou seu livro "Administração Científica", com uma abordagem que buscava a melhor maneira de executar um trabalho e suas tarefas. Mediante aumento e redução do tamanho e peso de uma pá de carvão, até que a melhor relação fosse alcançada, Taylor triplicou a quantidade de carvão que os trabalhadores podiam carregar num dia.
No início do anos 1900s, Frank Bunker Gilbreth e sua esposa Lilian expandiram os métodos de Taylor para desenvolver "Estudos de Tempos e Movimentos" o que ajudou a melhorar a eficiência, eliminando passos e ações desnecessárias. Ao aplicar tal abordagem, Gilbreth reduziu o número de movimentos no assentamento de tijolos de 18 para 4,5 permitindo que os operários aumentassem a taxa de 120 para 350 tijolos por hora.
A Segunda Guerra Mundial marcou o advento de máquinas e armas sofisticadas, criando demandas cognitivas jamais vistas antes por operadores de máquinas, em termos de tomada de decisão, atenção, análise situacional e coordenação entre mãos e olhos.
Foi observado que aeronaves em perfeito estado de funcionamento, conduzidas pelos melhores pilotos, ainda caíam. Em 1943, Alphonse Chapanis, um tenente no exército norte-americano, mostrou que o "erro do piloto" poderia ser muito reduzido quando controles mais lógicos e diferenciáveis substituíram os confusos projetos das cabines dos aviões.
Em 1949, K.F.H. Murrel, engenheiro inglês, começou a dar um conteúdo mais preciso a este termo, e fez o reconhecimento desta disciplina científica criando a primeira associação nacional de Ergonomia, a Ergonomic Research Society, que reunia fisiologistas, psicólogos e engenheiros que se interessavam pela adaptação do trabalho ao homem. E foi a partir daí que a Ergonomia se desenvolveu em outros países industrializados e em vias de desenvolvimento.
Nas décadas seguintes à guerra e até os dias atuais, a ergonomia continuou a desenvolver-se e a diversificar-se. A era espacial criou novos problemas de ergonomia tais como a ausência de gravidade e forças gravitacionais extremas. Até que ponto poderia este ambiente ser tolerado e que efeitos teria sobre a mente e o corpo? A era da informação chegou ao campo da interação homem-computador enquanto o crescimento da demanda e a competição entre bens de consumo e produtos eletrônicos resultou em mais empresas levando em conta fatores ergonômicos no projeto de produtos.
O termo Ergonomia foi adotado nos principais países europeus (a partir de 1950), onde se fundou em 1959Oxford, a Associação Internacional de Ergonomia (IEA – International Ergonomics Association), e foi em 1961 que esta associação realizou o seu primeiro congresso em Estocolmo, na Suécia [1]. Nos Estados Unidos foi criada a Human Factors Society em 1957, e até hoje o termo mais frequente naquele país continua a ser Human Factors & Ergonomics (Fatores Humanos e Ergonomia ) ou simplesmente Human Factors, embora Ergonomia tenha sido aceita como sinônimo desde a década de 80. Isto ocorreu porque no princípio a Ergonomia tratava apenas dos aspectos físicos da atividade de trabalho e alguns estudiosos cunharam o termo Fatores Humanos de forma a incorporar os aspectos organizacionais e cognitivos presentes nas atividades de trabalho humano. Além disso, existe um obstáculo profissional que envolve a questão, já que somente engenheiros podem ser "human factors engineers" (engenheiros de fatores humanos)esses profissionais temem perder mercado ao aceitar uma associação mais efetiva com ergonomistas, preferindo assim continuar associados à HFES (Human Factors and Ergonomics Society) mais diretamente relacionada à engenharia. em

O que é ergonomia?

A ergonomia, ou human factors (fatores humanos) ou human factors & ergonomics (fatores humanos e ergonomia), expressões pelas quais é conhecida nos Estados Unidos da América, é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema.
Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a fim de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.